Curso de Logística Santo André, São Paulo

Cursos de logística em Santo André. Conheça escolas que o oferecem em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes.

Faculdade Esag
(11) 4433-6161
Avenida Industrial 1455
Santo André, São Paulo
 
Fefisa Faculdades Integrada de Santo André
(11) 4451-0700
Rua Clélia 161
Santo André, São Paulo
 
Instituto de Ensino Superior Senador Flaquer
(11) 4990-0460
Rua Coronel Abílio Soares 37
Santo André, São Paulo
 
Fundação Abc Faculdade Medicina
(11) 4993-5400
Avenida Príncipe de Gales 821
Santo André, São Paulo
 
Uniesp
(11) 4427-4901
Rua Delfim Moreira 40
Santo André, São Paulo
 
Fatej - Faculdade de Tecnologia Jardim
(11) 4436-6489
Rua Almirante Protógenes 68
Santo André, São Paulo
 
Centro Universitário de Santo André Unia
(11) 4435-8899
Rua Senador Fláquer 456
Santo André, São Paulo
 
Universidade Federal do Abc Campus Catequese
(11) 4437-1600
Rua Catequese 242
Santo André, São Paulo
 
Instituto Brasileiro de Terapia Intensiva
(11) 4427-5022
Rua Gonçalo Fernandes 318 s 605
Santo André, São Paulo
 
Centro Estudos e Pesquisa Hematologia e Oncologia da Faculda
(11) 4468-1717
Avenida Príncipe de Gales 821
Santo André, São Paulo
 

As Leis da Logística – Lei I, Ambiente

Artigo fornecido por:

Ambiente, do latim amb+ire, “ir ao redor”, em definição livre “meio natural e social em que se vive”.

Ou ainda “o conjunto de condições materiais, culturais, psicológicas e morais que envolve uma ou mais pessoas” (Houaiss) ou até mesmo “o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas” (Lei Federal nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, art 3º , I).

Contemporaneamente, a logística está integrada num ambiente, seja ele econômico, jurídico, político, social ou acadêmico.  A lógica da logística consiste na ação humana que provê soluções para situações do cotidiano, por exemplo, empresarial. A distribuição de alimentos, o abastecimento da linha de produção, o atendimento aos consumidores, a construção de um hospital, a localização de uma escola.

Entretanto, e principalmente no Brasil atual, ambiente tornou-se um conceito tão abstrato quanto onipresente, passando a ser discutido como “meio ambiente”. e como se a inserção de um novo vocábulo representasse o poder mágico de, a partir de então, resolver todos os males da humanidade.  Ora, a solução do homem passa pelo próprio homem e não pelas acaloradas discussões dos ditos expertos em “meio ambiente”.  A visão do caos imaginado como consequência da “produção desenfreada”, do “consumo irracional”, do “neoliberalismo” e de tantos outras razões disseminadas pelo mundo afora, na verdade, é desinteligente e deselegante por si mesma.

Bons exemplos, contudo, podem ser observados por ações concretas de organismos plurais como a UNCTAD – United Nations Conference on Trade and Development - e pelo World Economic Forum.  Trata-se de uma visão mais realista, mais humana e mais prática da contribuição que a logística pode dar ao “ambiente” de todos nós.

O estudo “The Role of Logistics and Transport in Reducing Supply Chain Carbon Emissions” – ou, em português, “O papel da logística e do transporte na redução de emissões de carbono na cadeia de abastecimento” – divulgado em 2009, destaca ações concretas e objetivas que devem ser implantadas no cotidiano econômico empresarial, tais como utilizar modais alternativos quando possível, ampliar o treinamento e a comunicação de boas práticas, desenvolver ofertas de entregas domiciliares, planejar um transporte mais lento e mais otimizado, aumentar o compartilhamento de cargas, investir em infraestrutura e gerenciamento de fluxos, reduzir a quantidade de embalagens, dentre outras.

Quiçá possam os arautos da sabedoria legisladora dos governos nas esferas municipal, estadual e federal conhecer a aplicabilidade dessas diretrizes, ao invés de inventarem soluções mirabolantes baseadas em rodízios, restrições, limitações, proibições e punições para aqueles que não conseguirem “cumprir a lei”. Perdoai-vos, Brasil, pois não sabem o que fazem.

Conscritos a gabinetes, não percebem que mobilidade é mais importante que tamanho de caminhão, não aprendem ...

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